segunda-feira, 9 de março de 2015

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segunda-feira, 2 de março de 2015

O convite de brendaborges@gmail com está aguardando sua resposta

 
 
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Gostaria de adicioná-lo à minha rede profissional no LinkedIn.

 
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Brasília e Região, Brasil
Gostaria que você fizesse parte da minha rede do LinkedIn para compartilhar atualizações e manter contato.
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Mãe Má

Hoje me foi disponibilizado um texto muito interessante.
Ele fala sobre as pobres mães más do mundo.

Mães estas que não deixam os filhos tomarem conta sozinhos do seu crescimento.
Fico pensando o que será dos filhos daqueles que são consideradas as "boas mães", boazinha, boazinha.

Pode ser que eles cresçam saudáveis e felizes.
Pode ser que eles virem profissionais de sucesso.
Pode ser que se tornem cidadãos concientes e responsáveis.
Pode ser que não desenvolvam nenhuma doença, nem mesmo a mais simples de todas.
Mas pode ser que não!

Tudo bem, isso é natural, tanto para os filhos de mães boas ou ruins (até porque isso é muito relativo). O grande problema, ao meu ver é o "pode ser". Não conseguiria viver com a ideia que se alguma coisa ruim acontecesse, eu poderia ser a culpada, por não ter conseguido evitar.

Tenho um amigo que perdeu o filho em um acidente de trânsito. O menino tinha 18 anos. Os pais nunca se culparam! Nunca! E nem poderia, ele era a pessoa mais sistemâtica com questões de trânsito. Os filhos dele nunca dirigiram sem carteira, nunca andaram sem cinto de segurança, nunca andaram no banco da frente e mesmo assim, ainda assim, um deles faleceu em uma batida de carro. E ele foi o único dentre cinco jovens dentro do carro. Como pode?

O pai e a mãe nunca poderiam ser culpados, nem se sentirem assim.  Fizeram de tudo! Foram pais ruins enquanto os outros pais eram "tão legais"! Se conformaram com o acaso de destino! Sofreram, e sofrem tanto quanto um ser humano é capaz de sofrer.

Imagino eu se fosse o contrário: se eles tivessem, a vida toda, não ligado para isso. Tivessem deixado o filho fazer o que queria no auge dos seus 17 anos. Dirigir serm carteitra, porque ele já sabia. Andar sem cint de segurança, porque ele achava que incomoda. Andar sem cadeirinha, porque a criança não pára nela. E quando chegasse o tal dia, o dia mais triste da vida deles. Como se conformariam? Como não pensariam: "eu devia ter evitado".

Esse é o tipo de exemplo que eu levo. Dos pais que fizeram tudo para evitar o inevitável.
É a certeza do "fiz todo o possível" em substituição ao "eu deveria ter feito" que me empurra para frente na difícil tarefa de ser uma mãe má!



terça-feira, 24 de setembro de 2013

Gente nova no pedaço



Nem é preciso falar o quanto fico feliz ao receber notícias referentes ao nascimento de mais um bebê entre meus amigos de verdade. Mas dessa vez é diferente...
Diferente porque já tinha perdido as esperanças... Diferente porque cansei de tentar convencer... Diferente!!!
E esse bebê vem que vem que vem com tudo!
Silvia Ibiapina e Nelson Antonio estão grávidos e nos trazem a felicidade de mais de mais um sobrinho. A história se repete e vem com sabor de pais felizes e realizados, de família feliz e completa.
Minha amiga, como já sabia, faz promessas e as cumpri! Casa, cachorro e .... irmão! João Marcelo, vulgo JM, como gosto de chamar, não pode reclamar.
Não posso negar minha torcida por uma menininha.
Pra ver Silvinha dando conta de tudo e deixando toooodo mundo, menos eu de boca aberta ao ver a maravilhosa mãe de menina que ela será! Do jeito dela, único!
Pra ver N! babando e pensando nas dificuldades de ser “fornecedor”, não é assim, Nelson? (rs) Verás o quanto é gracioso ter uma voz feminina te chamando: “papaaaai!”.
Pra ver JM louco nas bochechas de outra garotinha que não a Rafaella.
E que venha cheio de saúde, como há de ser. Que venha cheio de graça, como não pode deixar de ser. Que complete sua família, que complete a nossa família.
Que a gravidez de vocês seja abençoada, amigos! Estamos esperando ansiosos...

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Contra fatos não há argumentos



Essa semana foi tumultuada em todo o Brasil e para nós mães não há como assistir os noticiários de TV sem sentir o coração apertado ao ver toda aquela juventude nas ruas.

Não há como negar que realmente é muito lindo ver as ruas tomadas de gente, de jovens de cara pintadas. Da última vez que eles estiveram no noticiário eu não tinha muita noção do que representavam. Hoje identifico aquelas pessoas como as responsáveis pela mudanças, mesmo que poucas, vivemos hoje.

Infelizmente, há aqueles que estão ali apenas para tumultuar todo o processo. Eles saqueiam e violentam. Eles quebram tudo e se acham no direito disso. Concordo não. Acho que nem mesmo os manifestantes sérios concordam. Dá uma dor no coração sim, em ver o perigo a que eles expõe os mesmos jovens que cantam nosso Hino Nacional com tanto amor.

Ignorando essa minoria, ignorando o mal que eles fazem rezo a Deus para que os manifestantes consigam alcançar seus ideais. Ideais este que vão afetar a vida de todos nós. Ideais este que daqui a alguns anos poderão estar no blog da minha filha de 3 anos, hoje, e servindo como inspiração para novas manifestações e novos movimentos por um Brasil melhor. Um gigante acordou e espero que o sono que o contaminava não volte nunca mais.

AVANTE, BRASIL. POR UM MUNDO MELHOR AO FUTURO.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Um absurdo!

Sem querer ser uma pessoa antiga, daquelas que acha que tudo moderno não tem graça.
Tento entender que o mundo muda e com ele a cabeça dos filhos e, por consequência, dos pais também.
Mas hoje vendo um filmete, destes postados em redes sociais, me deparei com uma cena grotesca: meninas, (meninas mesmo) dançando ao som de um funk. Não era uma musica engraçadinha e nem uma dança bonitinha. Eram crianças ouvindo uma música pornográfica, com palavras chulas (palavrões mesmo) e dançando. Elas simulam cenas de sexo. Uma faz, depois pára e dá a chance para a outra fazer também.

Muito feio mesmo. Quero crer que os pais destas crianças devam estar trabalhando. Devem estar batalhando para colocar comida na mesa da família. Quero crer que eles não estão presente porque não podem. Porque estão incapacitados. Quero crer que vão ficar revoltados quando virem suas filhas, suas crianças sendo expostas daquele jeito na internet.

Vendo tudo isso, todo dia, nos cabe a seguinte reflexão: estamos realmente ensinando aos nossos filhos os princípios de respeito a si mesmo? Independente da religião, do profissão, da região. Aquilo é a prova de que muitos ainda não avaliam as consequências que essas crianças carregarão para o resto da vida.

Triste.